Agora acabou, sério.

abril 4, 2012

Nossa…tô muito, mas muito sem tempo e sem neurônio pra escrever ultimamente.
E sem condição alguma de arrumar tempo ou clima pra isso. Vou dar game over nessa, porra.
Daqui uma, duas semanas eu deleto o blog.

A parte boa é que eu vou fazer uma coletânea e publicar num formato livreto-xerocado.
Tem um amigo meu que costuma lançar uns romances nesse naipe e sair distribuindo entre a gente.
se um dia trombar comigo na rua é só pedir. Acho que daqui em diante só vou escrever pra publicar em impresso mesmo. bom que escrevo menos e aí tento fazer algo menos biográfico e que não seja porco.

Termino isso com uma musica da cat power que sempre me ajudou a respirar melhor:

http://www.youtube.com/watch?v=kJY8Jyc0QY8

take care.

belo horizonte hoje.

março 17, 2012

“A solidão é plena agora, olhando o céu raso aguardo o momento crítico que me fará sair à procura de companhia, essa companhia que renovará minha vontade de voltar à reclusão.”

Efraim Medina Reyes. 

nota mental.

fevereiro 29, 2012

* desistir do que eu não fiz.

02:52

fevereiro 25, 2012

a minha falta de vontade ;
é a solidão gritando
mais alto que você.

fevereiro 21, 2012

Isso daqui não pode se tornar um reservatório de gritos que eu não quero que ninguem ouça.
Não pode ser uma agonia solitária e assistida por anônimos. Não, não dá.
Eu paro por aqui.

fevereiro – 2012 ou – o eterno tropeço.

fevereiro 21, 2012
The King’s crossing was the main attraction
Dominoes falling in a chain reaction
The scraping subject ruled by fear told me
Whiskey works better than beer
The judge is on vinyl, decisions are final
And nobody gets a reprieve
And every wave is tidal
If you hang around you’re going to get wet
I can’t prepare for death any more than I already have
All you can do now is watch the shells
The game looks easy that’s why it sells
Frustrated fireworks inside your head
Are going to stand and deliver talk instead
The method acting that pays my bills
Keeps the fat man feeding in Beverly Hills
I got a heavy metal mouth, it hurls obscenity
And I get my check from the trash treasury
Because I took my own insides out
It don’t matter cause I have no sex life
And all I wanna do now is inject my ex-wife
I’ve seen the movie
And I know what happens
It’s Christmas time
And the needles on the tree
A skinny Santa is bringing something to me
His voice is overwhelming
But his speech is slurred
And I only understand every other word
Open your parachute and grab your gun
Falling down like an omen, a setting sun
Read the part and return at five
It’s a hell of a role if you can keep it alive
But I don’t care if I fuck up
I’m going on a date
With a rich white lady
Ain’t life great?
Gi’me one good reason not to do it
(Because we love you)
So do it
This is the place where time reverses
And dead men talk to all the pretty nurses
Instruments shine on a silver tray
Don’t let me get carried away

Elliott Smith em Kings Crossing. 

silêncio deslocado.

fevereiro 17, 2012

se vier a gostar de mim
por tudo aquilo que  tenho de pior
juro abrir o verbo e conversar
mas por enquanto…
que fique assim.

#1 – os primeiros 2 minutos e meio.

fevereiro 1, 2012

pedi 2 cafezinhos e um sanduíche natural. Tirei um bloco de notas da bolsa e comecei a esbolçar minhas primeiras impressoes sobre ela.
23 anos, semi-formada em psicologia, tímida, introvertida, mas aparentemente feliz e sabe sorrir com os olhos. Já tinha semanas que estavamos planejando esse encontro, e eu mais uma vez cometi o erro de planejar tudo. e deu errado. fiquei tortuosos 15 minutos esperando ela sair do trabalho.
a cada corpo feio que saia eu agradecia a deus por nao ser o dela. passados 17 minutos
vejo uma mulher parando na ponta da entrada do predio. salto alto preto, saia verde abacate e uma blusinha social branca.ok. graças e deus. esta tudo ok. nos cumprimentamos com um abraço.
ela estava uma pilha de nervos, hesitando olhar pra mim enquanto falava.  Eu tambem estava nervoso, mas sabia que a tensao dela seria imensamente maior que a minha, nisso me esforcei ao máximo pra tentar conduzir o contato da melhor maneira possível.
Contei sobre uma situação que tinha passado minutos atrás quando saía do metrô. Passei de frente a escombros de um prédio que tinha desabado há alguns dias e fechado duas ruas. Vários transeuntes se reuniram em volta pra fotografar e ver o cénario de destruição, mas estranho mesmo foi a reação de dois caras. Um tirou o celular do bolso e pediu para que o amigo o fotografasse em frente aos escombros, bem ali no meio da fumaça e dum ambiente funebre o sujeito fez pose e sorriu perguntando se os escombros ao fundo estavam bem enquadrados na foto. e bateu.

– o que é que esse cara queria com uma foto dessa?!

ela lançou um sorriso tímido e incômodo. pensei – eh, não fui bem. Talvez extrovertido demais.

A chuva continuava caindo, mas eu era pura tensão e ansiedade a ponto de nem ao menos ter percebido que a camisa estava enxarcada de água.

29/01 noite – Epílogo de janeiro.

janeiro 30, 2012

não é possível ser canalha por inteiro.
Não para um pisciano.

breve.

janeiro 25, 2012

Mas que graça tem a vida se não pudermos pisar em uma enorme e suculenta jaca de vez em quando?
Só mais uns 5 dias e trarei aqui um relatório sobre o meu mais novo(velho) empreendimento sentimental.

Não, não é uma boneca inflável.